
Esse final de semana fizemos uma festinha em casa. Sempre bom, reunir os amigos, falar besteira, beber e dar risada. Dado momento da bebedeira alguns homens (namorados de amigas) começaram a questionar uma amigo gay sobre como conseguir comer o cú de suas namoradas. A respostas foi das melhores que eu já ouvi sobre o assunto:
“Gente, não é só porque eu sou viado e dou u cú que eu tenho a chave da bunda de todas as mulheres!”
Adoooooooro! Quanta espontaniedade!
Bom, papo vai, papo vem, tive que chamar meu maridinho para ele se sentir um felizardo. Qual é o problema dessas mulheres? Tá com nojinho? Porque se você me disser que dói, tudo bem, concordo plenamente, mas esse problema uma bebedeira cura! Aliás, a maior verdade desse mundo é que cú de bêbado não tem dono.
A primeira vez que meu namorado teve o prazer (porque na primeira vez só ele mesmo) foi numa noite, depois de 4 garrafas de vinho em duas pessoas, que estávamos dormindo em um barco, pequeno, daqueles que balançam se você espirrar, com meus sogros dormindo ao lado. No dia seguinte, cara de paisagem diante do comentário: “mas o barco tava balançando ontem né?”.
Depois vai melhorando. Claro que não pode virar uma coisa comum! Mas de vez em quando é muito bom! Eu vejo isso como uma submissão suprema. É o ato que, ao meu ver deixa a mulher mais frágil e submissa. É quando a gente geme fininho, estremece. Quando a dor se mistura ao prazer… ui!
Mas só uma andorinha não faz verão! Por favor! Todos os estímulos possíveis e imagináveis são bem vindos. Para contar só com seu suzinho há que se ter muito treino nessa vida! Depois de um belo trabalho solo de língua, ainda vale brincar com um vibrador ou um dedinho na hora H! Daí eu quero ver não gostar!
Agora, vou contar uma coisa: não tem Lexotan nem maconha que faça por você o que um cú bem dado faz!




